terça-feira, 2 de junho de 2026
A terra também descansava: um ano em sete, sem cultivo
Levítico 25:1-7
E o SENHOR falou a Moisés no monte Sinai, dizendo: Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando houverdes entrado na terra que eu vos dou, a terra guardará um sábado ao SENHOR. Seis anos semearás a tua terra, e seis anos podarás a tua vinha, e colherás os seus frutos; Mas no sétimo ano a terra terá um sábado de descanso, sábado ao SENHOR; não semearás a tua terra, nem podarás a tua vinha. O que nascer de si mesmo na tua terra ceifada não ceifarás; e as uvas do teu vinhedo não vindimarás; será um ano de descanso para a terra. Mas o sábado da terra vos será para comer a ti, e a teu servo, e a
A cada sete anos, toda a terra de Israel deveria descansar: sem semear, sem podar videiras, sem colheita organizada — apenas o que crescesse espontaneamente, disponível para todos comerem, incluindo servos, estrangeiros e até os animais. É a lei do shemitah, o ano sabático da terra, distinta do jubileu (que ocorria a cada cinquenta anos e envolvia devolução de terras e libertação de escravos, já tratado em outro verbete deste acervo). Nenhuma nação, cristã ou não, observa hoje um ciclo agrícola de descanso obrigatório de sete em sete anos por mandato religioso — a lei era específica da economia agrária de Israel dentro da terra prometida, e sua função sabática mais ampla, a de descanso periódico como princípio, encontra continuidade em outro registro no cristianismo, não na prática agrícola literal.
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