Pular para o conteúdo
Significado Bíblico

Mateus 24

6 passagens difíceis neste capítulo, explicadas com contexto histórico, línguas originais e as leituras cristãs que disputam o sentido.

ProfeciaMateus 24:6-8

Mateus 24:6-8: guerras são sinal do fim?

Em Mateus 24, os discípulos perguntam a Jesus, no Monte das Oliveiras, quando o templo seria destruído e que sinal marcaria sua vinda e o fim da era (Mateus 24:3). Nos versículos 6 a 8, ele lista fenômenos que os leitores do primeiro século já conheciam: guerras, boatos de guerra, fome, pestilência e terremotos. E avisa: "não vos espanteis; porque é necessário, que tudo isto aconteça, mas ainda não é o fim".

Ler explicação →
ProfeciaMateus 24:15

O que é a abominação da desolação?

É uma expressão hebraica que significa, ao pé da letra, "a coisa detestável que devasta" — algo idolátrico instalado onde não deveria estar, e que profana o lugar.

Ler explicação →
ParábolasMateus 24:32-33

A figueira que brota: um sinal de estação, não de data

É uma das parábolas mais curtas de Jesus — dois versículos — e vem cravada no meio do discurso mais longo e mais discutido dele sobre o futuro, proferido no Monte das Oliveiras em resposta à pergunta dos discípulos sobre quando o templo seria destruído e quais seriam os sinais do fim.

Ler explicação →
ProfeciaMateus 24:36

É possível saber a data do fim do mundo?

No discurso do Monte das Oliveiras, os discípulos perguntam a Jesus os sinais do fim dos tempos (Mateus 24:3). Ele descreve guerras, falsos profetas e cataclismos cósmicos, mas, no ponto que a pergunta mais queria resolver — quando isso vai acontecer —, fecha a porta ao cálculo: "Porém daquele dia e hora, ninguém sabe, nem os anjos do céu, a não ser meu Pai somente."

Ler explicação →

'Um será levado, o outro deixado': isso é sobre o arrebatamento?

A imagem de duas pessoas trabalhando lado a lado, uma levada e outra deixada, tornou-se um dos textos mais citados sobre o arrebatamento, quase sempre lido como o resgate súbito dos fiéis antes de uma tribulação. Mas Jesus ancora essa fala na comparação com os dias de Noé, feita pouco antes: as pessoas seguiam a rotina normal quando o dilúvio chegou e as levou de surpresa para a destruição, enquanto quem ficou, dentro da arca, foi quem sobreviveu. Se esse padrão for mantido com coerência, ser levado corresponde ao destino ruim, arrastado pelo julgamento súbito, e ser deixado corresponde à sobrevivência, invertendo a leitura popular de que ser levado é sempre a parte boa da história.

Ler explicação →