sexta-feira, 13 de março de 2026
Dia 72 de 90 · A igreja aprendendo do zero
Um casal corrige o orador
Apolo chega a Éfeso com currículo: nascido em Alexandria, eloquente, versado nas Escrituras, capaz de falar com fervor na sinagoga. O texto elogia tudo isso antes de apontar o que faltava — ele só conhecia o batismo de João, uma parte da história, não o todo.
Quem completa o que falta não é outro erudito. São Priscila e Áquila, fabricantes de tendas, sem título de mestre em lugar nenhum do texto. Eles o tomam consigo e explicam com mais exatidão o caminho de Deus — em particular, não em público, sem disputar a plateia dele.
O casal aparece seis vezes no Novo Testamento, sempre junto, e em algumas dessas vezes o nome de Priscila vem antes do de Áquila, contra a ordem que se esperaria naquele mundo. O texto não faz disso uma bandeira. Só registra, sem comentário, que conhecimento sério de Deus não precisava de púlpito nem de diploma para corrigir quem tinha os dois.
Oração de hoje
Senhor, eu acho que preciso de título para falar do que aprendi sobre você. Me mostra que não preciso. Que eu tenha a humildade de Apolo para ser corrigido, e a coragem de Priscila e Áquila para chamar alguém à parte e ensinar.
O estudo desta passagem
Priscila e Áquila, o casal que ensinou Apolo com mais exatidão
Quem foram Priscila e Áquila no Novo Testamento?
Ler a explicação completaEstes textos ainda não passaram por revisão teológica. A passagem citada é o texto oficial da tradução, conferido por script.