A "cidade suja e opressora" condenada por Deus é a própria Jerusalém
Sofonias 3:1-5 muda de alvo. Depois de pronunciar julgamento contra os povos vizinhos — filisteus, moabitas, amonitas, cuxitas e assírios —, o profeta volta o mesmo grito de "Ai" contra a própria Jerusalém, chamando-a de "suja e contaminada" e de "cidade opressora". A cidade de Deus recebe a linguagem antes reservada às nações pagãs: ela não ouve a voz do SENHOR, não aceita castigo, não confia nele nem se achega a ele.