terça-feira, 14 de abril de 2026
Dia 14 de 30 · A lei que protegia quem tinha menos
A dívida tinha prazo
De cinquenta em cinquenta anos, a lei mandava soltar: as dívidas caíam, as terras vendidas voltavam à família de origem, quem tinha se vendido como servo era liberado.
O que está por trás é uma decisão econômica com fundo teológico. A terra não podia ser vendida em definitivo porque, segundo o texto, ela não era de ninguém — era de Deus, e as pessoas eram inquilinas. Sem venda perpétua, a pobreza não podia virar hereditária.
Historicamente, é discutido o quanto o jubileu chegou a ser praticado. Mas ele está lá, escrito, como medida do que aquela sociedade dizia dever a si mesma: nenhuma ruína é permanente, nenhuma família fica de fora para sempre. Um limite legal para o quanto alguém pode afundar.
Oração de hoje
Senhor, é fácil aceitar que o fracasso de alguém seja definitivo, principalmente quando não é o meu. Me tira essa frieza. Onde eu puder perdoar uma dívida ou dar uma segunda chance, que eu não faça conta antes.
O estudo desta passagem
O que era o ano do jubileu?
Israel realmente perdoava dívidas e devolvia terras a cada 50 anos?
Ler a explicação completaEstes textos ainda não passaram por revisão teológica. A passagem citada é o texto oficial da tradução, conferido por script.