Cuspir no rosto de quem recusava levantar o nome do irmão morto
Se um homem casado morresse sem filhos, seu irmão tinha o dever de casar com a viúva e gerar, com ela, um filho que "levantaria o nome" do falecido — perpetuando sua linhagem e, na prática, garantindo à viúva um lugar seguro na estrutura familiar e econômica de Israel. Se o irmão se recusasse, a lei previa um ritual público de rejeição: a viúva o descalçava diante dos anciãos e cuspia em seu rosto, e ele passava a ser conhecido como "a casa do descalço" — vergonha social pública e duradoura.