Quando eu fiz o que não queria ter feito
Deus, de novo. Eu sei que não é bom, eu tinha decidido que não ia, e fiz. Eu nem tenho argumento novo para trazer aqui.
O que me cansa não é só o que eu fiz — é a distância entre quem eu quero ser e o que eu faço quando ninguém está olhando.
Eu não quero me odiar por isso, porque já experimentei e não me tornou melhor: só me deixou pior e mais escondido.
Me perdoa, e me ajuda a olhar para o mecanismo. Que hora do dia é. O que vem antes. De quem eu poderia contar isso sem ser humilhado.
E me dá coragem para amanhã de novo, mesmo sabendo que eu posso falhar de novo. Recomeçar cansado ainda é recomeçar.