Teologia densaJó 4:7-8
O argumento de Elifaz: o inocente nunca perece?
Depois de sete dias calados ao lado de Jó, Elifaz de Temã é o primeiro amigo a falar, com uma pergunta que soa como prova irrefutável: "Lembra-te agora, qual foi o inocente que pereceu? E onde os corretos foram destruídos?" Para ele, a experiência confirma uma regra sem exceção: quem planta injustiça e semeia opressão colhe exatamente isso, enquanto o justo nunca é de fato destruído. Se Jó sofre tanto, a lógica aponta para uma culpa escondida.
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