Mercadores contando os minutos até o fim do sábado para vender caro
Amós 8:4-6 flagra comerciantes ansiosos pelo fim de uma festa religiosa — provavelmente o sábado ou lua nova — só para voltar a fraudar clientes: encolher a medida (efa pequeno), inflar o peso cobrado (siclo grande) e adulterar a balança para enganar. Eles chegam a vender o refugo do trigo, a sobra imprestável, como se fosse produto normal, e ainda tratam pessoas pobres como mercadoria a ser comprada por uma dívida mínima, "por um par de sapatos".